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Novo Romance Infante D. Pedro

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D. Pedro, o Infante das Sete Partidas, quis mudar o rumo de Portugal mas acabou traído e injustiçado.

Sinopse Completa

Bastou uma morte para que a desordem e a traição regressassem ao reino de Portugal.
Da Ínclita Geração, os ilustres infantes criados por D. João I e D. Filipa de Lencastre,uma linhagem outrora unida, restavam destroços. Com D. Afonso V, Portugal acaba por transformar-se num local de contenda e de morte. E D. Pedro, príncipe de Avis, o homem que quis mudar o reino, é subitamente traído pelos mais próximos.

Segundo filho de D. João I D. Filipa de Lencastre, o infante D. Pedro cresceu a acreditar na mudança e no progresso. Depois de anos a viajar pela Europa, regressa ao reino do pai cheio de ideias, crente de que pode mudar Portugal. Com a morte de D. Duarte, seu irmão, e a menoridade do sobrinho, D. Afonso V, vê-se inesperadamente à frente dos destinos do reino – mas o ódio daqueles que vêem o seu poder afrontado pelas reformas do regente vai ditar o seu fim.

Neste novo romance surpreendente, Isabel Machado traz-nos a história de um homem viajado, erudito, determinado e de ideias claras. Empenhado em mudar Portugal, enfrentou corajosamente os interesses estabelecidos. Foi traído pelos que lhe eram mais próximos e silenciado pelas conveniências políticas da época.

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“Na vossa mansidão, senhora, nunca deixou de haver rebeldia”, D. Dinis para a rainha Isabel de Aragão.

Sinopse Completa

Em finais do século XIII, Aragão é um reino poderoso e rival de Castela, o gigante que acaba de se unir a Leão. Isabel, a filha mais velha do rei aragonês, exibe desde cedo uma personalidade rara. É bela, inteligente, devota, caridosa – e, por isso, naturalmente cobiçada por várias cortes europeias para uma aliança de casamento.  

Isabel tem outros sonhos, que não passam por ocupar um trono nem exercer o poder, mas interesses políticos acabam por ditar a sua união com D. Dinis, o brilhante e ambicioso rei de Portugal. O jovem soberano português sabe que, para pôr em prática os seus grandes planos de desenvolvimento do reino, deve manter-se afastado das guerras que grassam pela Península Ibérica.  

Mas nem a paz perdura, nem Isabel se torna uma mulher submissa e alheada dos problemas políticos e sociais. Pelo contrário. Revela-se firme na defesa dos pobres, dos doentes e dos excluídos, em nome dos quais move montanhas, desafia convenções e se entrega aos maiores sacrifícios. E nos conflitos que vão abalar o reinado de D. Dinis, opondo pais e filhos ou lançando a discórdia entre irmãos, mostra-se corajosa e decidida, capaz de desafiar a autoridade do próprio marido e de influenciar o curso dos acontecimentos com a sua sensibilidade, sentido político, poder de antevisão e amor à paz.

Baseado numa pesquisa exaustiva, eis um romance que revela finalmente, em toda a sua plenitude e complexidade, a rainha de Portugal que sempre foi santa na memória do povo – mas que era, antes de mais, uma mulher invulgar e à frente do seu tempo.  

“Na vossa mansidão, senhora, nunca deixou de haver rebeldia”.

  1. Dinis, rei de Portugal, sobre Isabel de Aragão

A Esfera dos livros, 2016 411 págs.

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A outra verdade sobre o maior mito romântico da História de Portugal.

Sinopse Completa

Constança desvenda a outra verdade sobre o romance de Pedro e Inês.  

  1. A Península Ibérica está a ferro e fogo. A bela Constança, rainha de Castela, é repudiada pelo marido, Afonso XI, e o desejo de vingança do pai da jovem leva-o a celebrar uma aliança com Afonso IV, rei de Portugal: a filha casará com o herdeiro do trono português, o infante D. Pedro.

Constança, inteligente, devota e sofredora, anseia há muito por um destino ao lado do príncipe português. Não imagina porém, que na sua vida recheada de infortúnios, a maior tragédia está ainda por acontecer, nem que a traição irá partir daqueles que mais ama: o impetuoso marido, D. Pedro, e Inês, a sua aia, amiga e confidente.

Baseado nua investigação rigorosa e retratando de forma sublime uma época de grandes convulsões políticas, Constança é um romance de leitura compulsiva que nos dá a conhecer a protagonista involuntária, e esquecida pela memória colectiva, do grande mito romântico da História de Portugal.

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O século mais conturbado de sempre nas relações entre Portugal e Inglaterra, através da vida da rainha Vitória, unida por laços de sangue e de afecto aos quatro últimos reis de Portugal.

Sinopse Completa

Como se atrevem?!
O grito ecoava pelos corredores da corte. Vitória de Inglaterra, a rainha que aos 18 anos subiu ao trono para recuperar a dignidade perdida da monarquia britânica, não queria acreditar no que os seus olhos viam. Um mapa com uma grossa barra cor-de-rosa a dividir o continente africano em duas partes, ligando o oceano Atlântico ao Índico.

Como era possível que um aliado como Portugal ameaçasse o sonho britânico de dominar o continente negro, recheado de promessas de riqueza e glória?

O coração de Vitória estava dividido entre os interesses políticos e os laços familiares e de afecto que a ligavam à família real portuguesa. O seu reinado foi tão longo que viveu para ver reinar D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos, a quem sempre unira uma profunda amizade.

Mas a política estava acima dos afectos. Era preciso acabar com o sonho português. O Ultimato de 1890 manchava para sempre a relação entre as duas coroas e abriu caminho à queda da monarquia em Portugal.

Vitória de Inglaterra, a Rainha que Amou e Ameaçou Portugal, traz-nos a vibrante história desta mulher fascinante, que fez de Inglaterra o maior império do mundo no século XIX, através de documentos históricos encontrados em Portugal e nos arquivos reais de Inglaterra.

Casada com Alberto de Saxe-Coburto-Gotha, com quem viveu

uma intensa história de amor, trouxe ao mundo nove filhos. Feita de contradições, a cada página desta biografia romanceada descobrimos uma mulher sensual, de paixões violentas e humores oscilantes, marcada pela alegria, pelo escândalo, pelo amor do seu povo e pela tragédia.

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Um médico e espião português na corte da poderosa Isabel I, em tempos de guerra e de traição. Baseado em acontecimentos reais.

Sinopse Completa

Rodrigo Lopes, um médico cristão-novo português, uma figura real, estava longe de imaginar, naquele ano de 1558, que o seu destino se cruzaria com o da poderosa Isabel I.

Obrigado a fugir de Portugal devido à Inquisição, é acolhido em Inglaterra por uma comunidade influente de judeus portugueses. Chega a Londres no ano da ascensão ao trono da jovem rainha, filha de Henrique VIII e de Ana Bolena, que percorreu um longo e árduo caminho, marcado pelo medo e pela traição, antes de ser ver coroada.

Com a morte do rei D. Sebastião e o trono português a ser ocupado por Filipe II de Espanha, os olhos do mundo viram-se para Portugal. A sobrevivência da protestante Isabel I depende de conseguir antecipar conspirações católicas e quem melhor do que Rodrigo Lopes para levar à rainha e aos seus conselheiros informações sobre o reino onde tudo se joga.

A coberto da sua entrada para a corte como médico pessoal de Isabel I, Rodrigo Lopes torna-se espião ao serviço de Inglaterra contra Filipe II, esperando derrubar o rei espanhol e sentar um português, António, Prior do Crato, no trono em Lisboa. Com o patrocínio da rainha de Inglaterra e o apoio de inimigos de Filipe II, é organizada a maior armada do século XVI para invadir Portugal, esperando libertar o reino do domínio filipino.

Nasce uma enorme cumplicidade entre Isabel I e Rodrigo Lopes, mas o médico português acaba por se ver envolvido nas teias do poder, da ambição e da traição e nem a rainha o conseguirá salvar de um destino trágico.

Isabel I e o seu médico português é um romance baseado numa intensa pesquisa histórica que nos leva até à luxuosa corte de Isabel I, a rainha astuta que casou com o seu reino e que, segundo alguns, terá morrido virgem. Sem marido nem descendência, marcou para sempre a História de Inglaterra ao impôr uma Igreja Anglicana moderada e ao conseguir um longo período de paz e prosperidade económica, abrindo o reino às artes e ao mundo e lançando as bases do futuro Império Britânico.

Era uma mulher de paixões e rodeou-se de favoritos, mas foi Robert Dudley o homem que amou toda a vida. O seu nome nome foi a última palavra que proferiu no leito de morte.

A Esfera dos Livros, 2012

522 páginas

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